CONHEÇA OS PRINCIPAIS TIPOS DE INTOLERÂNCIA À LACTOSE

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No leite, iogurte, queijos, creme de leite, manteiga e muitos, muitos outros alimentos: a lactose parece estar mesmo por toda a parte, o que causa grandes dificuldades para as pessoas que não conseguem digerir esse tipo de açúcar, não é verdade? Para quem acha que a intolerância à lactose é mera frescura, vale lembrar que ela acontece por causa da falta da enzima lactase (com “a” mesmo) na flora intestinal de quem tem a doença, fazendo com que seja impossível digerir o leite e seus derivados! Com isso, acontecem aqueles sintomas bem conhecidos de quem sofre desse problema: cólicas terríveis, inchaço na barriga, diarreia e às vezes até vômito.

Mas você sabia que existem três tipos diferentes de intolerância à lactose, e que dois deles podem, inclusive, aparecer na sua vida depois de você passar anos bebendo leite de vaca sem grandes problemas? Fique por dentro no nosso post de hoje e conheça também algumas dicas para lidar com esse quadro sem precisar tirar coisas gostosas do cardápio!

Intolerância congênita

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Essa é uma forma genética mais rara da intolerância à lactose. Nela, a pessoa já nasce com deficiência da lactase, o que pode trazer problemas na amamentação. Por sorte, a doença é recessiva, então para que um bebezinho nasça com ela tanto o pai quanto a mãe também precisam ter intolerância congênita, o que faz com que seja bem fácil prever o problema e, assim, pensar em soluções antes de começar a amamentar o pequenino.

Intolerância primária

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Esse tipo de intolerância à lactose também é genético, mas se manifesta só quando já estamos mais velhos. Isso porque o nosso corpo sabe que vai precisar da lactase para digerir o leite materno na nossa infância, porém, à medida que vamos ficando “grandinhos”, paramos de produzi-la, tendo com cada vez mais dificuldades para digerir os alimentos lácteos. Tanto no caso da intolerância primária quanto da congênita, o tratamento é controlar a quantidade de lactose ingerida todos os dias, viu?

Intolerância secundária

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Até quem não tem nenhuma predisposição genética à deficiência de lactase pode passar por esse problema quando alguma outra condição prejudica a flora intestinal. Doenças inflamatórias, gastroenterite e doença celíaca estão entre as causas de redução da lactase no nosso organismo, levando a uma intolerância — temporária — à lactose. Nesses casos, felizmente, é só tratar a doença que está gerando a falta de lactase para resolver a intolerância!

Como lidar com a intolerância à lactose

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Quando se fala em intolerância, muita gente já fica com frio na barriga só de pensar em ter de cortar alguma coisa da dieta! Mas na realidade, não é preciso sofrer nem um pouquinho com a saída da lactose do seu menu, e até quem não tem intolerância pode se beneficiar! A dica é substituir em vez de cortar.

Nas receitas, o leite de vaca pode ser trocado pelo leite de coco, de amêndoas e muitos outros. Também há queijos que têm naturalmente menos lactose, podendo ser consumidos — mas sem exageros, ok? — por qualquer um. Em queijos suíços como o camembert, o brie e o rocquefort, assim como o holandês edam e o norte-americano muenster, por exemplo as bactérias usadas na fabricação consomem quase toda a lactose para você! Essas culturas bacterianas fazem o processo de glicólise, que transforma a lactose em ácido lático. A nossa ganache de cacau pode ser usada para quem quer evitar o açúcar do leite. #Sabor&Saúde

Viu como a intolerância à lactose não precisa ser nenhum drama, independentemente do tipo da doença? Comente contando se você foge dos produtos lácteos e por que e aproveite para assinar nossa newsletter abaixo e ficar por dentro de mais dicas para uma alimentação saudável, orgânica e saborosíssima!